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September , 2010
Sunday

PORTAL REVOLUTA

Cultivando o Underground

Archive for the ‘News’ Category

New Model Army em setembro no Brasil

Posted by revoluta On August - 25 - 2010 2 COMMENTS

nmaA banda New Model Army passará novamente pelo Brasil em setembro com a turnê em comemoração aos 30 anos de estrada. Os britânicos farão duas apresentações no palco do Citibank Hall, em São Paulo, nos dias 17 e 18.
No repertório músicas de todos os discos de estúdio, em um show que será dividido em duas partes, sendo uma parte em formato acústico, com 50 minutos de duração, e outra parte elétrica, com mais 1h40 de duração. No total serão 50 músicas executadas por Justin Sullivan e seus companheiros.
A banda promete fazer dois repertórios diferentes, o que fará com que muita gente compareça aos dois dias de show.
A atual formação do New Model Army conta com Justin Sullivan (voz, guitarra e gaita), Peter Nelson (baixo, vocal), Dean White (teclado, guitarra), Michael Dean (bateria) e Marshall Gill (guitarra).
Os ingressos para o público em geral começaram a ser vendidos nesta segunda-feira (23 de agosto).

Serviço:
NEW MODEL ARMY
17 e 18/09/2010 - São Paulo/SP
Citibank Hall - Av. dos Jamaris, 213
Horário: 22h00
Classificação etária: não será permitida a entrada de menores de 13 anos; 14 e 15 anos permitida a entrada acompanhados dos pais ou responsáveis legais; 16 anos em diante permitida a entrada desacompanhados.
Ingressos: R$ 80,00 (pista) e R$ 150,00 (camarote) / R$ 126,00 (pista p/ dois dias) e R$ 290,00 (camarote p/ dois dias)
Vendas pela internet: www.ticketsforfun.com.br
Informações: 4003-6464 / www.citibankhall.com.br

Qual o preço de ser impessoal?

Posted by revoluta On August - 23 - 2010 2 COMMENTS

Com quatro anos de estrada e prestes a lançar o segundo álbum, a banda carioca Plastic Fire acaba de disponibilizar para download o single “O preço de ser impessoal”. O Portal Revoluta conversou com o guitarrista Daniel Avelar para saber um pouco mais sobre as expectativas da banda sobre o próximo lançamento e descobre que no hardcore, é difícil ser impessoal.

Por Deise Santos

Foto ao vivo por Veio Escroto

Foto de divulgação por Mauro Pimentel

pf_porraveioA banda é um raio-x do “faça você mesmo”, ou trazendo para a linguagem atual, da “correria” que o undergorund exige para se sobreviver na dita “cena”. Vocês meteram a cara desde o surgimento da banda, lançaram o Existencia Parcial por uma cooperativa de selos e agora se preparam para lançar uma nova bolachinha. De onde vem toda essa energia e esse empenho da banda?

Um dos motivos principais que nos leva a ser tão ”ativos” é simples: querer ver as coisas acontecendo aqui no nosso Estado!
A gente antes de ter a banda há uns 5 anos atrás, já íamos aos shows, víamos o que estava acontecendo e com certeza fomos influenciados diretamente por essa galera! Como exemplo posso citar o Panço com a banda Jason e o Valcimar e Rafael com a Ataque Periférico.

Então a postura e o pensamento da banda não é só o de chegar com seus instrumentos, plugá-los e tocar? Para vocês é importante ter esse envolvimento com a cena?

Olha, tocar bastante era uns dos objetivos da banda no início, não que ainda não seja, mas com o passar dos anos, você vai entrando de cabeça nessa merda toda e vê que não é bem assim que funciona! A gente tenta passar a nossa mensagem sim, simples direta e reta, não queremos ”mudar o mundo”(como a resenha do Punknet disse sobre o primeiro CD) nem a cabeça de ninguém, mas sei que podemos contribuir e muito para a digamos ”cena” de hardcore no RJ, mas não se prendendo muito a esses conceitos! E, sinceramente, eu acho que quanto mais você faz por você, mais você faz pela cena!!

Mas vocês tem mantido o pé na estrada desde o lançamento do Existência Parcial. Tocando em São Paulo, Belo Horizonte e outras cidades. E quando não há shows acontecendo, vocês mesmo organizam gigs como o CHC Festival. Vocês acham que essa permanência dos instrumentos plugados em diferentes palcos e o contato com o público influencia na composição das músicas?
Esse ano de 2010 tem sido um ano especial. Estamos tocando em lugares que nunca pensamos em tocar como o Teatro Odisséia, Hangar 110 (SP), Inferno (SP), Matriz (BH), e com bandas que a gente sempre gostou desde de muleque como o Mukeka di Rato (ES), Overlife (SP), Muzzarelas (Campinas)…
O III CHc foi uma coisa mágica para mim, acho difícil eu conseguir reunir tantos amigos de fora do Estado juntos em 2 dias! Fora que são (na minha humildade opnião) as melhores bandas de hardcore mélodico na autalide no Brasil! No caso me refiro ao Rótulo (SE), Hero (SP),Auria (ES), Take of The Halter (SP), Dfront (MG), Medievaz (SP)!
E acho que sim, de tanto tocar em diferentes lugares e conheçer diversas pessoas, culturas e tudo mais, isso acaba de fato influenciando as composições de uma certa forma !
Posso citar como exemplo, o single novo que colocamos para downloand esse mês, ” O Preço de Ser Impessoal” (clique aqui para baixar)!!

capaVocê pode dizer que a banda não quer mudar o mundo nem a cabeça de ninguém, mas o Existência Parcial é um material rico em sacudidelas e funciona meio como um despertador para quem andava esquecido do que o hardcore significa, a começar pela frase: “Ouça com o cerébro, pense com os ouvidos”. Quais bandas fizeram vocês ouvirem com o cerébro e pensar com os ouvidos? Como a Plastic Fire chegou nessa sonoridade e nas composições?
Linda pergunta! Bom, acho que a resposta é fácil!Noção de Nada e Dead Fish!
Sobre o Noção, está sendo meio ‘’surreal” trabalhar com o Bil nesse CD novo! Até pouco tempo, a gente estava do outro lado lá cantando e pulando que nem maluco nos shows do falecido Noção de Nada, e agora o cara tá do nosso lado, é nosso amigo e tá ajudando( e muito viu!?) para esse segundo trabalho nosso sair!!!
O Dead Fish é uma ”parada” que realmente mudou o modo der ver e agir de muita gente e com a gente não foi diferente! Temos orgulho de ser amigos dos caras, mas em nenhum momento queremos ser o DF, ou soar como eles!
Olha estamos vivendo um momento especial como já disse, estamos para lançar o nosso segundo trabalho, claro que por conta do amadurecimento da banda(e dos integrantes rs) algumas coisas sempre mudam, mais o CD novo(que deve sair novembro/dezembro) virá mais hardcore do que nunca!

pf-by-maurinhoEra exatamente o que ia perguntar. A banda se prepara para lançar o novo álbum, com produção de Gabriel “Bil” Zander (Noção de Nada, Zander) e com a degustação que vocês ofereceram, colocando para download o single “O Preço de ser impessoal” dá pra notar que vocês estão mais acelerados. Você acha que isso pode causar estranheza no publico que vocês vem formando no decorrer da trajetória de vocês?
Sobre a gravação, está sendo maravilhoso gravar com o Bil no Superfuzz! Experiência da porra, para guardar para o resto da vida!!
Acho que a galera não vai estranhar não viu! Essa formação que estamos agora(quarteto e com o Felipe faz um 1 ano já) é a melhor da banda até agora! Isso contribiu e muito para a gente crescer musicalmente e todos os nosso amigos (público é uma palavra forte d+ hehehe) notaram isso e agiram de forma natural!
Estamos recebendo muitos elogios sobre a música (mesmo tendo 37 segundos rs). A galera que não conhecia a banda tá vindo procurar mais sobre, o número de downloads até me assustou um pouco, mas é tudo natural, eu acho!
Sobre a banda, a gente vai melhorando com o tempo, é tipo :
”Nascer! Sofrer! Morrer! - Esse é o ciclo!”
”Nascer! Sofrer! Morrer! - Esse é o ciclo!”

Daniel, deixo o espaço pra você falar o que quiser. O espaço é seu!
Deise, Obrigado força de sempre, quero te ver no rock por + 100 anos ainda ok?Obrigado mesmo de coração!!!
Não confundam : o que parece hardcore com o que é hardcore!!

Para saber mais sobre a banda: http://www.meadiciona.com/plasticfire

Para baixar o single, clique aqui!

Snooze ressurge com novidades

Posted by revoluta On July - 30 - 2010 ADD COMMENTS

snoozeEssa é pra quem se lembra da banda Snooze, de Sergipe. A banda está recuperando arquivos perdidos há 6/7 anos atrás, e mixando o material aos poucos. O material vai virar um EP virtual de covers.
Enquanto o material não é disponibilizado, aperte o play e curta o aperitivo:

Ou Baixar, clicando aqui:

A banda também está compondo material novo, inclusive o baterista Rafael Jr já gravou uma faixa no domingo passado.

Para saber mais:
http://www.snooze.com.br
http://www.myspace.com/snoozetherockgroup

Flicts e Leptospirose no Curto Rock 2010

Posted by revoluta On July - 30 - 2010 ADD COMMENTS

Dia 07 de agosto acontecerá mais uma edição do festival Curto Rock, na cidade de Porto Ferreira, interior de São Paulo. Nessa edição tocarão as bandas Flicts, Leptospirose, Bisk8, Necrofobia e Alcoolis.
Depois de uma pausa, a banda Flicts retornou aos palcos oficialmente em fevereiro deste ano e deve lançar um novo álbum em breve. A Leptospirose, de Bragança Paulista, acaba de lançar o DVD “BREAKING BRAZILIAN BONES IN EUROPE TOUR”, DVD que conta as aventuras da banda que teve sua turnê pela Europa interrompida, depois de um grave acidente numa estrada européia.
O festival que está virando tradição na região, já recebeu em seus palcos as bandas Agrotóxico, Cólera, Periferia S/A, Cristal Lake, entre outras, e essa edição promete entrar para a história com shows recheados de diversão.

Serviço:
CURTO ROCK 2010 apresenta:
Flicts
Leptospirose
Necrofobia
Bisk8
Alcoois
Data: 07/08/2010
Local:Atalho’s – Via Syrio Ignátios, S/Nº (ao lado do Clube de Campo)
Ingressos: R$8 (antecipado)*/ R$10 (na hora)

* Antecipados na Adrenalyna Skate Shop – (19) 3589-1499
07-08-flicts

Oligarquia procura um selo

Posted by revoluta On July - 30 - 2010 ADD COMMENTS

oligarquiaA banda veterana Oligarquia disponibilizou em seu MySpace duas músicas que integram o novo CD, intitulado de “Distilling Hatred’’. O grupo, que surgiu em 1992 e conta com 2 demos e 3 CDs oficiais, está a procura de um selo/gravadora para lançar o novo trabalho.

Segue Track List do novo trabalho e contatos oficiais:

“Distilling Hatred”:
01 - Ignorance Prevails
02 - Bloody Ideals
03 - Comsumed by Greed
04 - Abyss of the Hatred
05 - Here Comes The Pain
06 - When The Hate Dominate
07 - Cerebral Atrophy
08 - Owner of the World
09 - OxRxA (Instrumental)
10 - World in Convusion
11 - Untill The Next Day

Formação:
Max Hideo (Vocal)
Artur (Baixo)
Pancho (Guitarra/back)
Panda Reis (Batera)

Acesse: http://www.myspace.com/oligarquiadeath

Mais informações em www.oligarquiadeath.com.br

The Quakes, o pilar do psycho norte-americano

Posted by revoluta On July - 19 - 2010 ADD COMMENTS

O Brasil entrou definitivamente na rota dos grandes nomes da cena Psychobilly mundial. Muitas bandas importantes estiveram aqui nos últimos anos como The Meteors, Demented Are Go, Batmobile, Mad Sin e outros. The Quakes é a principal e mais influente banda na história do Psycho americano, e nessa entrevista o vocalista/guitarrista Paul Roman fala um pouco da sua longa carreira, sua visão do Psycho, estórias interessantes vividas ao longo dos anos, último álbum e suas expectativas em tocar aqui pela primeira vez!

Por: Márcio * ( Combat Rock Discos )

*colaborou: Paula Harumi

quakespaulromanthequakes2“Negative Charge”, o último álbum, parece um “ best of ” da carreira da banda, com músicas que lembram um pouco cada álbum anterior. Você concorda com isso?

Sim, algumas músicas com certeza são assim. Como “ Ready For a War ”, que poderia estar em “ Voice of America “ e “ Straight to Valhalla ”, que foi escrita logo após o lançamento do primeiro álbum. Eu tenho meu estilo e acho que isso reflete nas minhas músicas.

Você ficou totalmente satisfeito com esse disco?

Eu nunca estou satisfeito (risos). As músicas nunca saem do jeito que você pensou. Algumas ficam melhores, outras nem tanto. Eu tenho um orçamento muito limitado, então eu tendo a deixar as coisas assim do que ter que consertar ou regravar.

E também tem algumas participações bem especiais nele…

Eu chamei Wasted James e Jeff Roffredo, do Tiger Army, em “ Straight
to Valhalla ”. Kristian e Peter Sandorff, do The Nekromantix, fizeram excelentes backing vocals na mesma música. Vic Victor, do The Koffin Kats, fez o backing em “ Seven Seas Alone ”; Nick Feratu, do The Limit Club, fez o backing em “ Time Wasters”. Eu gosto dessas colaborações e estou fazendo mais disso agora. Tenho vários projetos em andamento.

Como foi a tournê do ano passado na costa leste/oeste dos EUA para divulgar o álbum? Esse ano vocês vão para a Europa para promovê-lo?

Correu muito bem. Vamos fazer muitos shows na Europa esse ano.

Todo catálogo da banda está disponível no seu selo?

Não. Os dois primeiros discos do Quakes estão fora de catálogo e só disponíveis para download. Todos os álbuns da Orrexx Records (4) estão a venda em cd e o
New Generation está no itunes.

Lançar tudo pelo seu selo é um meio de ter controle da sua arte?

Sim, hoje em dia faz mais sentido um artista desse nível fazer isso por conta própria e eu também sou um pouco controlador quando o assunto é o Quakes. (risos)

Já li umas entrevistas suas em que disse que teve problemas com selos no passado, desde falta de distribuição, falta de apoio etc. Assinaria com um selo novamente, tipo Hellcat Records?

Provavelmente eu nunca assinaria com uma gravadora hoje. Eu tenho curiosidade em saber como uma gravadora promoveria a banda… Nós não somos exatamente uma banda de Psychobilly e nem de Rockabilly. Do ponto de vista do selo, é muito mais fácil promover uma banda que já se encaixa em um gênero específico. Eu nem sei como descrever nosso som.

Uma banda americana na cena européia deve ter chamado muito a atenção das pessoas nos anos ‘80. Isso facilitou as coisas?

Ajudou como um fator curioso porque as pessoas queriam ver como seria o Psychobilly de uma banda americana, já que não tinha nenhuma.

Segundo a letra de “Stranbeded In The Streets”, parece que não foi muito fácil aqueles tempos em Londres, sem dinheiro e apoio…

Essa música é sobre a época em que eu estava em Londres para fazer uma gravação solo (1989). Nessa viagem específica, eu acabei tocando com o Demented Are Go numa pequena turnê depois que meu acordo não deu certo.

A banda gravou excelentes discos, tocou em todos os grandes festivais europeus, lado a lado com as maiores bandas da época. Como foi tocar no Klub Foot e nos grandes Psycho Fests pela Europa?

Foi e ainda é fantástico! Vocês tem que lembrar que nós somos grandes fãs de música, então conseguir tocar com as bandas top da cena é muito bom. Todo mundo se dá bem. Acho que é um pouco como uma fraternidade porque todos estão lá há mais de vinte anos.

Quais bandas dos anos 80 você curtia? Alguma realmente chamava sua atenção mais que as outras?

A maioria delas – naquele tempo as bandas tinham mais BILLY no PSYCHO. Com certeza Restless e Frenzy são minhas favoritas.

Na volta dos Stray Cats aos palcos, ainda no final dos anos 80, vocês fizeram algum contato com eles para tentar abrir os shows, assim como os Guana Batz conseguiram?

Eu estava naquele show de Londres ( Stray Cats, Guana batz e Midniters ) sentado do lado dos pais do Pip. Gavin Cochrane, que fez as fotos do primeiro disco do Stray Cats, me deu algumas entradas e passes para o backstage. Foi na turnê do Blast off, em 1990. Acho que o Stray Cats não colocaria a gente para abrir os shows. Eu sei que os Batz e o Midniters tiveram que pagar para isso.

O que os Stray Cats acharam da homenagem que vocês fizeram na capa do primeiro disco?

Creio que eles acharam engraçado – Slim Jim Phantom disse que pendurou na parede da casa dele. Mas eu não imaginava que eles fossem gostar da música. (risos)

O Stray Cats foi a principal inspiração para a carreira do Quakes? ( Sair dos U.S.A para tentar a sorte na Inglaterra, musicalmente, visual, etc)

Sim, mas antes vocês tem que entender que ninguém sabia o que era Rockabilly e nós tocávamos Psychobilly. Não tinha nenhuma outra banda nos EUA fazendo o que fazíamos naquela época. Nós sabíamos que tinha uma grande cena na Europa porque eu fui para Londres em 1985 e 86 para tentar e começar uma banda.

As letras do Quakes sempre fugiram dos clichês do estilo, nada de zumbis, vampiros ou mortos-vivos, por exemplo…

Não, tem muitas músicas assim no primeiro disco – foi em 1988 e esses temas já era velhos e clichês. Dito isso, foi uma das coisas que atraíram a gente para a cena porque achávamos legal. Foi aí que eu descobri que Psychobilly é um som e não importa sobre o que você está cantando ou o quão grande é seu topete. Tem a ver com o estilo, o som. Daquela época pra cá, minhas idéias amadureceram e meu vocabulário também (risos).

Vocês foram uma das primeiras bandas a fazer versões para clássicos dos anos 80 da música pop, de bandas como Depeche Mode e Echo And The Bunnymen. Hoje isso virou moda e muita gente anda fazendo. Essa é uma das razões de você ter parado de gravar músicas no estilo?

Esse é exatamente o motivo. Nós fomos criticados por fazer isso – os primeiros tomam as flechas. Pode parecer estúpido mais eu olho para os lados, vejo o que meus amigos estão fazendo ou o que eles poderiam estar fazendo e eu corro para o outro lado. Não quero ser comparado com nenhum deles apesar de gostar do que eles fazem. Eu cresci ouvindo esse tipo de som e sempre tentava misturar Rockabilly com a New Wave.

O que você pensa do livre comércio de músicas pela internet, downloads de discos na íntegra e tal?

Eu não estou feliz com isso. Está dando prejuízo e afeta as pequenas gravadoras que não vendem tanto para começar.

Vocês tem shows marcado para o Brasil em julho. Quais expectativas para eles?

Bem, eu espero ter muitas garotas gritando esperando a gente no aeroporto (risos).

Depois de tantas turnês pelo mundo, é sempre uma sensação e motivação diferente estar em um país pela primeira vez?

Com certeza – sempre é legal ir para um lugar pela primeira vez. Estou ansioso, teremos uns dias a mais para conhecer a cultura local.

Paul, acha que falta realizar alguma coisa ainda com o Quakes? Quais os planos para um futuro próximo?

Sim! O que falta é o dinheiro! Cadê meu dinheiro? (risos). Meu plano para o futuro é continuar o que eu faço. Estou realmente vivendo meu sonho (sem o dinheiro e fama), mas esse é o caminho que eu escolhi seguir e estou feliz por conseguir ir para lugares como o Brasil e tocar minha música para os fãs daí.

Obrigado pela entrevista! Deixe um recado para os fãs brasileiros do Quakes!

Estamos ansiosos para tocar para vocês – a gente se vê em breve!
Continuem firmes!

www.thequakes.com
www.myspace.com/thequakes

Confira a entrevista na íntegra no:
“ Rockabilly Psychosis “ webzine

www.rockabillypsycho.blogspot.com

Confronto volta aos palcos!

Posted by revoluta On May - 28 - 2010 ADD COMMENTS

29-05-2010-hangar110Após uma pausa de mais de dois meses, o vocalista da banda Confronto voltará aos palcos no dia 29 de maio, em um show no Hangar 110, em São Paulo. Felipe Chehuan estava afastado dos palcos desde o inicio de março deste ano, quando sofreu um acidente domestico e quebrou o femur, o que o impossibilitou de participar do show de lançamento do DVD “10 anos de Guerra”, que aconteceu no inferno club.

Agora, quase totalmente recuperado do acidente, o vocalista fará este show no Hangar 110 e mais dois, um em Taubaté e o outro em São Gonçalo (RJ), para readaptar-se aos palcos e recarregar as energias, antes da banda começar mais uma turnê européia, marcada para o final de junho.

O show faz parte da turnê de lançamento do DVD “10 anos de guerra”, que começou com o show no Inferno Club e se estenderá até depois da turnê européia, quando a banda pretende tocar nas principais capitais brasileiras e demais cidades que sempre receberam a Confronto nessa primeira década de estrada.

Serviço:

29/05/2010 – Sábado
Balboa Discos apresenta:
CONFRONTO + bandas
Local: Hangar 110 – Rua: Rodolfo Miranda, 110 – Bom Retiro (Metrô Armênia)
Horário: 18h
Ingressos: R$10 (antecipado)*/ R$15 (na porta)

*Antecipado nas lojas: 255, Flame e Doombox

30/05/2010 - Domingo
Good Day – Festival Independente
CONFRONTO + bandas
Local: Associação de Cabos e Soldados – Independência – Taubaté
Horário: 15h
Ingressos: R$8 (antecipado)/ R$10 (na porta)

13/06/2010 – Domingo
MOSH CORE FEST APRESENTA:
CONFRONTO - DVD 10 ANOS DE GUERRA + bandas
Local: Bar do Blues, Rua Coronel Serrado, 926, Zé Garoto, São Gonçalo/RJ
Horário: 14h às 23h
Ingresso Antecipado: R$ 10 (Loja Roque’s Niterói e Alcântara)
Classificação: 16 anos com documento - De 12 a 15 Anos somente com os pais

Zander em turnê pelo Nordeste

Posted by revoluta On May - 28 - 2010 ADD COMMENTS

2010_nordesteA banda carioca Zander começará a parte Nordestina da “Zander Tour 2010″ pelo Recife. Depois a banda segue para Natal, Fortaleza, Mossoró, João Pessoa, Maceió, Aracaju, Salvador e Vitória da Conquista, entre os dias 28 de maio de 06 de junho. A banda pega a estrada novamente depois de uma pequena pausa após a turnê pelo sul do país onde fez 13 shows em 14 dias.
Na turnê, a banda está comemorando um ano de estrada e toca músicas dos EP’s “Em Construção” e “Já faz algum tempo”.

Além disso, a Zander se prepara para lançar um álbum só de inéditas.

ZANDER TOUR 2010 – Capítulo Nordeste:

28.05 | Recife @ Iraq - Ver flyer

29.05 | Natal @ Calígula - Ver flyer

30.05 | Fortaleza @ Hey Ho Rock Bar - Ver flyer

01.06 | Mossoró @ Centro Cultural Quintura - Ver flyer

02.06 | Joao Pessoa @ Espaço Mundo - Ver flyer

03.06 | Maceió @ Café Kancun - Ver flyer

04.06 | Aracaju @ Espaço Cultiva - Ver flyer

05.06 | Salvador @ Irish Pub - Ver flyer

06.06 | Vitoria da Conquista @ Apogeu - Ver flyer

Social Distortion mostra porque é uma lenda do punk rock

Posted by revoluta On April - 18 - 2010 ADD COMMENTS

Social Distortion + Carbona
(Circo Voador/RJ - 16/04/2010)

Texto por Deise Santos
Fotos  do texto por Max Moraes
Fotos do Slide Show por  Rodrigo Simões

dsc00021Muitos pensavam que nunca veriam Mr. Ness e sua gang em palcos tupiniquins, muito menos em palcos cariocas, mas felizmente essa nuvem de descrença foi dissipada quando a noite do dia 16 de abril de 2010 chegou e, finalmente, o quinteto de Orange County subiu ao palco do Circo Voador.
Noite de realização para muitos marmanjos acima dos trinta anos e jovens que descobriram os acordes da banda Social Distortion e esperavam ansiosamente por esse momento. Mas, para aumentar a ansiedade, a banda Carbona deu as boas vindas e preparou o público para o que viria a ser um dos shows mais emblemático e histórico que a lona do circo já presenciou.
Carbona fez um show para um público pequeno. É a velha cultura do “esquenta” do lado de fora do Circo Voador, tomando umas cervejas ou reencontrando amigos e figuras que só aparecem nesses shows históricos, sob os arcos da Lapa.
dsc00023Isso não diminuiu a energia do show, o punk rock da Carbona foi o chamado para que o público fosse entrando aos poucos e se acomodando para o show do Social Distortion. Data histórica e uma apresentação de peso para o curriculum dos cariocas da Carbona, que cumpriram bem o papel de anfitriões.
Pausa para respirar, dar uma volta pelo pátio do Circo Voador e ver o merchandising dos californianos e chega o momento tão esperado.
Os acordes de “Road Zombie” começam e o público se amontoa na frente do palco, protegido por uma grade de proteção e alguns seguranças, algo inédito em shows no Circo Voador. Mas quem pensa que isso tirou a empolgação da turma do gargarejo se engana. Apesar da casa estar lotada, quem se prontificou a ficar entre a grade e o público ensandecido se divertiu, cantou junto com Ness e alguns sortudos até ganharam palhetas personalizadas.
O show continuou com “Under My Thumbs”, “Bye Bye Baby”, “Sick Boy” e muitos outros hits lançados em trinta e um anos de estrada. O público parecia não acreditar e as três primeiras músicas passaram como uma fase de adaptação para muitos dos presentes. A voz inigualável de Mike Ness, acompanhada de sua Gibson Les Paul adesivada com o nome da cidade onde surgiu a banda, ecoavam pela lona do Circo Voador provocando reações diversas, uns cantavam junto, outros dançavam e outros, simplesmente, admiravam o show atônitos com a presença de Ness e sua gang, afinal a banda tem mesmo presença de palco!
dsc00042A primeira parte do show acabou, a banda deixou o palco e o publico nem se mexeu. O set até o momento parecia curto demais para mais de três décadas de espera e a banda então retornou ao palco por duas vezes para presentear o público com mais um pouco de seu punk rock e rock and roll. Apesar do clima de festa e da banda de certa forma interagir com o publico, Mr Harding (baixista) não foi atencioso quando um fã subiu ao palco para cumprimentá-lo e foi empurrado por ele, que se mostrou indignado com a atitude do fã, lastimável…
Mas a festa não perdeu com isso. Mike Ness enfim deu um retoque no visual, penteando os cabelos encharcados de gel e a banda segue a caminho da parte final do show, encerrando com “Prison Bound” e “Ring of Fire”.
Para alguns o show foi perfeito, para outros o set list deixou a desejar, por ter deixado algumas músicas de fora. Mas enfim, não teria mesmo como “contar” trinta e um anos de história em pouco mais de uma hora e meia de espetáculo, não é mesmo?
De qualquer forma a “adaptação” da história para os palcos brasileiros foi excelente e cumpriu o papel de explicar porque a Social Distortion é considerada uma lenda do punk rock mundial.

Confira as fotos feitas por Rodrigo Simões:

Agent Orange no Brasil

Posted by revoluta On April - 14 - 2010 ADD COMMENTS

postertourA banda californiana Agent Orange já está em terras brasileiras para uma série de shows, incluindo apresentações nos festivais Abril pro Rock (PE) e Conexão Vivo (BH).
O trio formado por Mike Palm(vocal/guitarra), Dave Klein (bateria) e Perry Gx (baixo/guitarra) é considerado um dos nomes mais influentes da cena alternativa mundial, surgiu em 1979, em Orange County (California) e foi a trilha sonora de momentos importantes dos esportes radicais como a “profissionalização” do surf como esporte e a disseminação do skate ao redor do mundo, sendo a banda mais citada por praticantes desses esportes na década de 80, inclusive tendo o seu primeiro sucesso, a música “Bloodstains”, incluído na trilha sonora do game de Tony Hawk, o “Tony Hawk’s Pro Skater 4”.
São três décadas de histórias e a responsabilidade de ter sido a base para bandas como Offspring, Green Day e Bad Religion. Além de ter uma legião de fãs que os acompanham seja no mundo real como no virtual, onde seu myspace já atingiu a marca de 1.000.000 (um milhão) de pageviews em poquissimo tempo
A banda mantém uma imensa legião de fãs fiéis que sempre estão presentes em qualquer parte do mundo. Um bom exemplo disto é a quantidade de acessos ao myspace, que já atingiu mais de 1.000.000 (um milhão) de pageviews.

.
Confira por onde a banda ainda passará e divirta-se ao som de Agent Orange:
13.04.2010 - CB Bar/São Paulo
16.04.2010 - Abril Pro Rock
17.04.2010 - MG Music Hall/BH
18.04.2010 - Rock’n'Drinks/RJ

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O Portal Revoluta foi criado pela jornalista, produtora cultural e inquieta por natureza, Deise Santos. Começou como um blog, o Informativo Revoluta, que agora ganha o formato de site, com domínio próprio.
O objetivo continua o mesmo, veicular informações sobre a cena independente através de entrevistas, resenhas, matérias e artigos para o maior número de pessoas possível, ao redor do mundo.

Sobre a editora Carioca de nascimento, moradora da Baixada Fluminense do Rio de Janeiro e cidadã do mundo por opção. Deise Santos é amante da cultura em todas as suas vertentes e responsável pela Revoluta Produções e Assessoria de Imprensa.

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